Diário da História: Mundo em conflito
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou neste domingo (22) que fechará “completamente” o Estreito de Ormuz caso o presidente dos EUA, Donald Trump, cumpra sua ameaça de atacar instalações energéticas iranianas.
Trump declarou no sábado (21) que ordenaria o bombardeio de bases energéticas iranianas caso o Estreito de Ormuz não fosse totalmente reaberto à navegação em 48 horas.
Já o Irã, em resposta, afirma que, se as ameaças americanas referentes às usinas de energia iranianas forem concretizadas, o Estreito de Ormuz será completamente fechado e só será reaberto após a reconstrução das usinas destruídas. A Guarda Revolucionária afirma, ainda, que toda a infraestrutura de energia e comunicações de Israel será alvo de ataques, assim como “empresas similares na região com acionistas americanos”
“As usinas de energia de países da região que abrigam bases americanas serão alvos legítimos para nós”, concluiu o quartel-general militar do Irã.
O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou, em uma publicação no X anteriormente, que infraestruturas críticas e instalações de energia no Oriente Médio poderiam ser “irreversivelmente destruídas” caso usinas de energia iranianas fossem atacadas.
O embaixador iraniano na Organização Marítima Internacional (IMO), a agência marítima da ONU. Ali Mousavi afirmou que o estreito permanece fechado apenas para navios dos “inimigos do Irã” e que o Irã quer contribuir para a passagem segura das demais embarcações.
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