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REGIME MILITAR: O Brasil do olhar estrangeiro, parte 5: A ditadura e o Brasil dissonante

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  O Brasil do olhar estrangeiro, parte 5: A ditadura e o Brasil dissonante Como o mundo enxerga o Brasil? De onde vem o clichê do país do futebol, do samba e Carnaval? Nessa série especial, dividida em seis episódios, a reportagem da BBC News Brasil mergulha em 5 séculos de história para entender como a imagem do país foi construída lá fora – e como mudou com o tempo. Do período colonial a este século 21, passando pela construção da imagem no pós-independência, as expedições internacionais de D. Pedro 2º, a questão do sanitarismo no início da República e o Brasil como “túmulo de estrangeiros”, o luso-tropicalismo e o mito da democracia racial, a aproximação dos EUA via Política de Boa Vizinhança dos anos 1930 (com seus desdobramentos no cinema), o fenômeno da Bossa Nova, o período da ditadura e a redemocratização. Este quinto episódio mostra como o Nordeste foi o ponto de partida de uma história que desemboca no apoio americano ao golpe militar de 1964 e como a ditadura tento...

Ditadura Militar de 1964

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  A Ditadura Militar no Brasil foi um regime autoritário que teve início com o golpe militar em 31 de março de 1964, com a deposição do presidente João Goulart. O regime militar durou 21 anos (1964-1985), estabeleceu a censura à imprensa, restrição aos direitos políticos e perseguição policial aos opositores do regime. O Golpe de 31 de Março de 1964 O golpe militar de 31 de março de 1964 tinha como objetivo evitar o avanço das organizações populares do Governo de João Goulart, acusado de comunista. O ponto de partida foi a renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961. O Congresso Nacional empossou temporariamente o presidente da Câmara, o deputado Ranieri Mazzilli, pois o vice-presidente encontrava-se em viagem à China. Enquanto João Goulart iniciava sua viagem de volta, os ministros militares expediram um veto à posse de Jango, pois sustentavam que ele defendia ideias de esquerda. O impedimento violava a Constituição, e não foi aceito por vários seguimentos da n...

Josué de Castro: De Pernambuco para o Mundo

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  Josué de Castro Em 5 de setembro de 1908, nascia, no Recife, Josué de Castro. Filho de Manuel Apolônio de Castro e Josepha Carneiro de Castro, uma família de classe média vinda do sertão do estado de Pernambuco. Estudou no Ginásio Pernambucano e formou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Em 1929, voltou ao Recife, dedicando-se à realização de investigações sobre as condições de alimentação e moradia da classe operária recifense. Trabalho de campo pioneiro, a pesquisa resultou no opúsculo Condições de Vida das Classes Operárias do Recife, publicado em 1932. Nesta obra, ele chegou à constatação de que o problema da fome não tinha origem no clima, na etnia ou nas condições físicas. Contrariando o discurso hegemônico daquela época, Josué de Castro passou a afirmar que a fome era fruto de históricas desigualdades socioeconômicas, ou seja, a fome não era natural e por isso podia ser combatida com maior eficiência através de políticas públicas. O tema da fome, flagelo que ati...

'O triunfo está nas salas de aula': como Cuba enfrenta a asfixia energética

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  'O triunfo está nas salas de aula': como Cuba enfrenta a asfixia energética| Brasil de Fato Em Cuba, voltar às salas de aula é também um ato de resistência. Mais de 1,4 milhão de estudantes iniciaram um novo ano letivo, enquanto a falta de eletricidade, combustível e transporte impõe desafios diários. Mesmo assim, professores, estudantes e famílias se mobilizam para manter as escolas abertas e garantir que ninguém fique sem estudar. Faça parte do nosso Clube de Membros do YouTube: https://bit.ly/4wq75Mw Acesse o nosso site para mais notícias: www.brasildefato.com.br Quer ajudar o BdF a continuar produzindo jornalismo popular de qualidade? Doe qualquer valor para o Pix: doe@brasildefato.com.br

Participação na vida coletiva

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  Participação na vida coletiva - Mario Sergio Cortella | PV O filósofo e professor Mario Sergio Cortella fala sobre a importância da participação coletiva Participação política - Mario Sergio Cortella| Canal do Cortella Temos testemunhado um interesse acentuado da população por política. O que define a participação política, e quais as suas implicações? ................................................................................................................................................. O Analfabeto Político O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos...

Simone de Beauvoir

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  Simone de Beauvoir foi escritora, filósofa, intelectual, ativista e professora. Integrante do movimento existencialista francês, Beauvoir foi considerada uma das maiores teóricas do feminismo moderno. Uma de suas frases mais célebres é: “ Ninguém nasce mulher: torna-se mulher ”. Dona de um espírito inquieto e revolucionário para sua época, Beauvoir rejeitou modelos, hierarquias e valores. Segundo ela: “ Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado, que qualificam de feminino .” Biografia de Simone de Beauvoir Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir nasceu em Paris, França, no dia 9 de janeiro de 1908. Na infância e juventude esteve num colégio católico e mais tarde, estudou matemática no Instituto Católico de Paris. Ainda que tenha sido criada numa família Católica, Simone optou pelo ateísmo. Segundo ela: “ Era-me...