Diário da História | AÇÕES CLIMÁTICA: Formulário sobre determinação de riscos ao Patrimônio está disponível para público geral
Após um primeiro ciclo de reuniões remotas dos grupos de trabalho de cada bioma brasileiro, nas quais detentores, comunidades tradicionais e representantes de órgãos públicos discutiram demandas locais relacionadas ao Patrimônio Cultural em face às mudanças climáticas, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos) disponibilizam agora um formulário de determinação de riscos do programa Diálogos sobre Patrimônio Cultural e Ações Climáticas.
O formulário visa determinar, de forma participativa, quais são os riscos a que o Patrimônio Cultural está exposto na cidade, comunidade ou território de atuação de cada participante, sejam eles riscos de origem natural, provocados pela ação humana, e associados às mudanças climáticas. Dúvidas sobre o preenchimento do documento podem ser sanadas em um vídeo tutorial de como preencher o formulário.

- Arte: Iphan
Tutorial | Como preencher o formulário do programa Patrimônio Cultural e Ações Climáticas Preencha e contribua para a proteção do Patrimônio Cultural em sua região.
Iphan e Icomos se responsabilizam pelo tratamento e guarda dos dados pessoais preenchidos no formulário e asseguram a sua utilização apenas para finalidade de pesquisa, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
Diálogos sobre Patrimônio Cultural e Ações Climáticas
A crise climática ameaça todas as formas e estilos de vida. Nesse cenário, gestores da Cultura e detentores do Patrimônio Cultural brasileiro precisam encontrar caminhos justos e inclusivos para enfrentar os efeitos das mudanças do clima sobre bens culturais materiais e imateriais. E com essa intenção, as ações do programa Diálogos sobre Patrimônio Cultural e Ações Climáticas contemplam necessidades específicas de cada um dos principais biomas do Brasil (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal).
Os objetivos do programa são analisar os principais riscos que afetam e poderão afetar distintos tipos de bens do patrimônio cultural e produzir dados e estudos para fortalecer políticas públicas e ações de enfrentamento. A curto prazo, Iphan e Icomos buscam estabelecer prioridades de ação para, a longo prazo, criar redes locais para preservação do patrimônio cultural em cada canto do País.
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